O preço das escolhas!
Tudo tem um preço. Acho que já sabíamos disso.
Mas assumir a responsabilidade pelas nossas escolhas é o maior dos desafios.
Escolher significa sempre se privar de algo ou alguém em prol de outra situação que julgamos ser melhor. Pelo menos era o melhor naquela ocasião, mas isso não significa que deva pemanecer sempre assim.
Muitas escolhas são influenciadas pelo momento em que estamos vivendo, mas também pelo ambiente em que estamos inseridos. Ou ainda, por algumas pessoas que tentam nos dissuadir de qualquer forma, julgando a coerência das nossas decisões.
Não tenho o hábito de me arrepender das minhas escolhas, mas nesse momento tenho repensado várias delas.
Não que isso vá mudar a minha vida em algum sentido até agora. Mesmo porque, não há nada que eu possa mudar em relação ao que já vivi, mas posso planejar escolhas melhores para o meu futuro.
A grande questão é: Você quer pagar o preço? Ou melhor, está preparado pra isso???
Entre querer e estar preparado existe o abismo do medo. É ele que nos protege, mas também nos priva.
"Tenho juizo, mas não faço tudo certo, afinal todo paraíso precisa de um pouco de inferno!" Martha Medeiros
Mas assumir a responsabilidade pelas nossas escolhas é o maior dos desafios.
Escolher significa sempre se privar de algo ou alguém em prol de outra situação que julgamos ser melhor. Pelo menos era o melhor naquela ocasião, mas isso não significa que deva pemanecer sempre assim.
Muitas escolhas são influenciadas pelo momento em que estamos vivendo, mas também pelo ambiente em que estamos inseridos. Ou ainda, por algumas pessoas que tentam nos dissuadir de qualquer forma, julgando a coerência das nossas decisões.
Não tenho o hábito de me arrepender das minhas escolhas, mas nesse momento tenho repensado várias delas.
Não que isso vá mudar a minha vida em algum sentido até agora. Mesmo porque, não há nada que eu possa mudar em relação ao que já vivi, mas posso planejar escolhas melhores para o meu futuro.
A grande questão é: Você quer pagar o preço? Ou melhor, está preparado pra isso???
Entre querer e estar preparado existe o abismo do medo. É ele que nos protege, mas também nos priva.
"Tenho juizo, mas não faço tudo certo, afinal todo paraíso precisa de um pouco de inferno!" Martha Medeiros
Dia comum
Nada como um dia comum.
Acordar cedo, fazer o desjejum e sair para mais um dia de trabalho.
Confesso que foi difícil me desvencilhar dos lençóis. O frio está apontando e a preguiça o acompanha.
O que fazer quando queremos mais do que um dia comum??? Ou melhor, o que faz transformar um dia comum em incomum?
"A maioria dos dias é assim. Não tem importância. São poucos os que têm importância. E assim está muito bem. Se tudo fosse transcedental, convulsivo, tremendo, ficaríamos loucos. O peso da intensidade nos esmagaria." Pedro Juan Gutiérrez.
Será mesmo???
Acordar cedo, fazer o desjejum e sair para mais um dia de trabalho.
Confesso que foi difícil me desvencilhar dos lençóis. O frio está apontando e a preguiça o acompanha.
O que fazer quando queremos mais do que um dia comum??? Ou melhor, o que faz transformar um dia comum em incomum?
"A maioria dos dias é assim. Não tem importância. São poucos os que têm importância. E assim está muito bem. Se tudo fosse transcedental, convulsivo, tremendo, ficaríamos loucos. O peso da intensidade nos esmagaria." Pedro Juan Gutiérrez.
Será mesmo???
A Prostituta recatada e a Beata safadinha!
Caro leitor, desculpe a linguagem.
Mas conversando com um amigo, não me lembro sobre o que exatamente, chegamos a seguinte interrogação? Prostituta recatada X beata safadinha???? Essa é uma daquelas indagações do tipo: Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais???? (risos)
Não pude escrever logo que iniciamos o assunto. Já era tarde, e como boa trabalhadora, tinha que acordar cedo no outro dia.
Mas a idéia ficou. E pensando o sobre o assunto, vem uma única palavra na minha cabeça: perfeição!
Se analisarmos bem a pergunta, a idéia de equílibrio está subtendida. E equilíbrio é um estado bem difícil de ser alcançado, e no meu ponto de vista seria o mais próximo que poderíamos chegar da perfeição.
Confesso que tenho uma certa dificuldade em encontrar equilíbrio. A minha balança sempre está pendendo pra um lado. Apenas em breves momentos sinto uma tranquilidade, aquela tal sensação de que tudo está perfeito.
Mas, e se esses breves momentos se tornassem momentos eternos????? Será que a vida teria graça? Será que valorizaríamos o que temos e o que somos? Será que arriscaríamos uma nova vida???? Não te parece meio inerte, meio amorfo, sem brilho, sem cor????
Dizem que a beleza está na imperfeição. Então, se equilíbrio é ser/estar perfeito, prefiro ser desequilibrada!!!!!!
Mas conversando com um amigo, não me lembro sobre o que exatamente, chegamos a seguinte interrogação? Prostituta recatada X beata safadinha???? Essa é uma daquelas indagações do tipo: Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais???? (risos)
Não pude escrever logo que iniciamos o assunto. Já era tarde, e como boa trabalhadora, tinha que acordar cedo no outro dia.
Mas a idéia ficou. E pensando o sobre o assunto, vem uma única palavra na minha cabeça: perfeição!
Se analisarmos bem a pergunta, a idéia de equílibrio está subtendida. E equilíbrio é um estado bem difícil de ser alcançado, e no meu ponto de vista seria o mais próximo que poderíamos chegar da perfeição.
Confesso que tenho uma certa dificuldade em encontrar equilíbrio. A minha balança sempre está pendendo pra um lado. Apenas em breves momentos sinto uma tranquilidade, aquela tal sensação de que tudo está perfeito.
Mas, e se esses breves momentos se tornassem momentos eternos????? Será que a vida teria graça? Será que valorizaríamos o que temos e o que somos? Será que arriscaríamos uma nova vida???? Não te parece meio inerte, meio amorfo, sem brilho, sem cor????
Dizem que a beleza está na imperfeição. Então, se equilíbrio é ser/estar perfeito, prefiro ser desequilibrada!!!!!!
Le Scaphandre et le Papillon
Ou melhor, "O Escafandro e a Borboleta" é um daqueles filmes que nos deixam paralisados.Literalmente!
O protagonista, um homem belo (para os padrões franceses, é claro!), bem sucedido, sofre um AVC durante um passeio de carro com seu filho. Após algum tempo em coma, retoma a consciência completamente paralisado, a não ser por um dos olhos, com o qual se comunica.
O filme é forte, dramático e extremamente intrigante. Baseado em um livro, podemos presenciar o esforço sobre humano de alguém preso dentro do seu próprio corpo. Sim, isso porque, apesar de suas limitações físicas, Jean-Dominique Bauby mantém suas habilidades mentais intactas. Daí a confecção do livro que deu origem ao filme.
Não quero tirar nehuma conclusão. Até porque, a idéia do filme era me livrar um pouco da inércia que tem sido a minha vida. Mas não posso negar, que ao ver o protagonista tentar se comunicar com o mundo me trouxe algumas reflexões.
Uma delas é a inexorável fugacidade da vida. Um momento estamos bem, saudáveis, felizes, mas no outro podemos estar presos a uma cama para sempre. Tudo bem, fatalidades acontecem.
Mas e aqueles que se prendem ao seu mundo????? Não por fatalidades ou qualquer coisa parecida???? Por simples opção!
O que me irrita é observar o quanto o homem, no sentido geral da palavra, valoriza o que não tem. E não serei hipócrita em dizer que talvez eu também não seja assim, mas pelo menos eu tento não sê-lo.
Daí vem todas aquelas indagações e culpas de não ter feito, de não ter sido, de não ter dito.........
Além disso, o filme nos mostra o que é estar perdido dentro do seu próprio mundo, um mundo que ninguém vê, ninguém ou
ve, ninguém sente. Nesse sentido, a solidão pode ser agonizante.Como disse, não quero tirar conclusões precipitadas. Quero apenas refletir. No meu mundo...e quem sabe no seu também.
Back to the future
Brasília foi ótimo!
Suas avenidas largas, a terra vermelha, o clima seco, um tanto modesto para essa época.....os amigos, a família......
No entanto, sabe quando nos deparamos com o sentimento de não pertencer a um lugar?
Pois é. Acho que pela primeira vez percebi isso.
Confesso que foi estranho. Queria estar com todas aquelas pessoas, mas não ali.
Outra coisa que percebi é que quanto mais fugimos dos problemas, mais eles nos perseguem. É ilusão achar que saindo à passeio por 5 dias a paz será decretada. Mentira!!!!! Os problemas, os questionamentos, as angústias nos acompanham lentamente, só esperando o momento de dar o bote.
Além disso, voltar à cidade natal significa colocar na balança todos os últimos acontecimentos. É despir minuciosamente cada decisão tomada. Isso custa tempo, dói e amedronta. Aí vem aquela maldita pergunta martelando na cabeça: O que é que estou fazendo da minha vida???? Estou no caminho certo??? É isso que realmente almejo????
Respire fundo! Alguém me diz.....
Suas avenidas largas, a terra vermelha, o clima seco, um tanto modesto para essa época.....os amigos, a família......
No entanto, sabe quando nos deparamos com o sentimento de não pertencer a um lugar?
Pois é. Acho que pela primeira vez percebi isso.
Confesso que foi estranho. Queria estar com todas aquelas pessoas, mas não ali.
Outra coisa que percebi é que quanto mais fugimos dos problemas, mais eles nos perseguem. É ilusão achar que saindo à passeio por 5 dias a paz será decretada. Mentira!!!!! Os problemas, os questionamentos, as angústias nos acompanham lentamente, só esperando o momento de dar o bote.
Além disso, voltar à cidade natal significa colocar na balança todos os últimos acontecimentos. É despir minuciosamente cada decisão tomada. Isso custa tempo, dói e amedronta. Aí vem aquela maldita pergunta martelando na cabeça: O que é que estou fazendo da minha vida???? Estou no caminho certo??? É isso que realmente almejo????
Respire fundo! Alguém me diz.....
Efêmero
"Porque entre o sim e o não é só um sopro, entre o bom e o mal apenas um pensamento, entre a vida e a morte um leve sacudir de panos - e a poeira do tempo, com todo o tempo que eu perdi, tudo recobre, tudo apaga, tudo torna tão simples e tão indiferente."
Lya Luft em "O Silêncio dos Amantes".
Retomando o meu hábito de leitura, me deparei com este trecho. Passei horas pensando no significado dessas frases, apesar de parecer óbvio.
Lya Luft em "O Silêncio dos Amantes".
Retomando o meu hábito de leitura, me deparei com este trecho. Passei horas pensando no significado dessas frases, apesar de parecer óbvio.
Nada que o tempo não cure!
Essa é a maior verdade, a verdade universal.
É incrivel como o indíviduo, eu, você, somos tomados pela força do momento. Principalmente em relação ao sofrimento. A dor parece ser tão grande, tão avalassadora, que corta o peito com a sutileza de uma faca bem afiada. Mas no fim, o que resta são as cicatrizes. Umas incomodam, por muito tempo, pra não dizer a vida toda. Outras, se retraem tanto que ficam quase imperceptíveis, a não ser quando alguém as aponta.
De qualquer maneira, no fim tudo se torna simples e indiferente.
Então porque não tentar, não arriscar, não mergulhar de cabeça???
Porque não se divertir e parar de perder tempo???
A vida é êfemera meu caro.
O beijo de hoje pode se tornar o féu de amanhã
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